Olha aí, freguesia! Todo mundo tem um blog, eu também queria um. Pra falar de tudo, ao mesmo tempo. Que nem feira mesmo. Um bando de gente falando tudo junto - cada um tentando se livrar do seu abacaxi. Escreve aí, vai!
Poesiareia
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Sinto frio desde o dia em que você foi embora
E não faz sete dias
Mas, por que tanta ansiedade
Se há seis anos
o porvir espera
para
acontecer
PS: Ilustra de Joana Toste, porque, afinal de contas, é preciso delicadeza
um pingo por dia um dia, transborda A vida foi passando e os dias e o carárter se formando. O ser e o estar no mundo faziam-se necessidade. Não era querência. Era precisão. Ser não era opção ou luxo, era estratégia de sobrevivência. Riso alto. Brincos largos. Saia rodada, vontade fêmea. Movimentos contidos. Trabalho duro. Cabelo preso, dor que se engole Braços aos alto. Dança com a vida. Felicidade que não se mede. Na beira da cachoeira, ela não sabia por que estava ali. A água caia forte nos ombros, lavava a alma. Mas ela estava feliz? Nem sabia de que se tratava. Risos soltos, toques suaves, paixão que nunca havia encontrado. Precisou uma semana para entender. Era felicidade, amor, paz.
Ficou represado, sem publicar. Um engasgo preso na garganta, desde 17 de março de 2018. Nossa Marielle virou multidão. #MariellePresente Foto: Guilherme Prado / PSOL Uma publicação compartilhada por PSOL 50 (@psol50oficial) em 15 de Mar, 2018 às 4:51 PDT nnnnnn
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