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Educação e as pulseiras do sexo

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Ruim quando a gente percebe que o buraco é mais embaixo. Bem mais embaixo. A gente abre o jornal e precisa ler uma especialista dizer que os estupros "atribuídos" ao uso das tais "pulseiras do sexo", não têm nada a ver com as pulseirinhas coloridas. Saiu na Folha de S. Paulo ( Pulseira é desculpa para crime, diz psicóloga ). Dá um certo desânimo, não? Uma certa tristeza perceber que tudo não passa de desrespeito à mulher. Maria Claudia Lordello, a entrevistada na matéria da Folha, diz claramente que as pulseiras não devem ser proibidas. Minha gente, não é um mote para conversas sobre o sexo como brincadeira (sim, falar do lado lúdico do sexo)? Não é um bom motivo para tentar compreender como os filhos encaram essas brincadeiras? O prefeito de Navegantes (SC) proibiu as pulseiras nas escolas . Em Londrina, as tais também foram proibidas aos menores de 18. Hoje vi que uma cidade do interior do Mato Grosso também está encaminhando um projeto de lei que proíbe...

Quando todo mundo tá certo, ninguém está

Confronto na USP. Repressão com bombas de "efeito moral", balas de borracha na galera manifestante. Gritos de "Fora, PM", "Filhos da puta", "Sai daqui, coxinha". Ninguém gostou do que viu - ao vivo- pela TV. Quer dizer, me disseram que os seguranças da USP riam solto na sede da reitoria. Talvez alguns policiais tenham se orgulhado do ataque organizado sobre os estudantes que estavam em maior número. E é certo que em alguma roda de amigos, manifestantes se pavonearam do enfrentamento. Gente idiota existe em tudo que é canto. O movimento está certo: funcionários se mobilizam por melhoria salarial, querem o direito de protestar, pedem mais uma vez eleições para reitor. A reitoria da USP está certa: quer garantir o direito de ir-e-vir dos funcionários que desejam trabalhar, quer assegurar a integridade física da reitoria e evitar outra ocupação de 50 dias como aconteceu em 2007. Confronto na USP: quem começou? "Eles começaram a atirar...

Aprender a aprender (ou a ensinar?)

Vale tudo, Paulo?

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Paulo Freire ensinou 300 cortadores de cana a ler e escrever em 45 dias. Clique você também!Nove curiosidades sobre educadores de todos os tempos E com essa provocação, a gente prentedia atrair internautas outros para o mundo da educação. Me é tão clara a boniteza, Paulo. Por que não é todo mundo que enxerga? Fico lembrando das tuas palavras em Pedagogia da Autonomia - que leio como um livro de auto-ajuda - em que dizes que precisamos exercitar uma relação dialógica. Mas o mesmo com a comunicação de massa? Até que ponto devemos parar e ouvir? Como seria esse processo? Ah, pensatas às 22h27. Isso não vai evoluir... PS: a caricatura eu tomei emprestada do André Koehne (que eu ACHO é esse aqui)

Mais Dia dos Professores: sing a song for me

Sempre me lembro desse filme...

Dia dos Professores - To Sir with Love

Rascunho de apresentação do blog de comentários sobre livros infantis

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Nada mais justo Adoro literatura infantil - aliás, adoro de um tudo que envolva a petit cultura: brinquedos, jogos, músicas. Ontem ganhei de uma amiga minha um pacote de jujubas que acendem no escuro. Sensacional! Talvez essa paixão se explique por uma busca a que me entrego todos os dias. Quero a alegria, a felicidade, o riso. Reencontro nas infâncias que não tive essa alegria genuína, autêntica. Os livros infantis simplesmente me encantam. Tão simples e, muitas vezes, tão profundos. Acabo usando esse fascínio para comprar muito do que encontro pela frente. Decidi, então comentar alguns deles e dividir opiniões sobre títulos que servem aos pequenos e - por que não? - aos mais idosos que sorriem por dentro cada vez que vêem bolhas de sabão pelo ar, um cachorro babando num dia ensolarado, se lambuzam de sorvete de chocolate. Nada mais justo2 Fiquei pensando em qual seria o primeiro livro que eu comentaria. São tantas as minhas paixões, tantos autores... Ziraldo, Dr. Seuss, Ruth Rocha......

Justa indignação

Nunca vi um post meu que rendesse tanto pano para manga... Compreendo perfeitamente a revolta diante da visão esteriotipada que a impressa pintou dos alunos da Fidelino. É mesmo ruim - quase irresponsável - rotular pessoas. Mas, como diz um amigo meu: "quem sabe como as salsichas e os jornais são feitos não os consome"... Li nos comentários sobre a discriminação dos alunos da escola pública pela segurança do shopping. Se isso realmente estiver acontecendo, providências têm de ser tomadas... O primeiro passo, na minha modesta opinião, é mandar um e-mail ou procurar o senhor Paulo Sampaio - autor da reportagem da Folha - para que ele tenha aí outra pauta a realizar. Li também, mais de uma vez, que a atual diretora do Fidelino é uma profissional empenhada. Então, pais e mães da comunidade - da escola pública e da escola privada - deveriam se unir a ela em busca de soluções para esse problema dos bondes de que vocês falaram. Encontrei na internet outro dia duas matérias de casos ...

Escola rica x escola pobre

Na última semana, uma música me martelou as idéias. É "Minha alma", de Fábio Yuka, que conheço numa bela interpretação de Maria Rita. O refrão me acompanhou dias (e está postado logo abaixo)... Quando li hoje uma reportagem de Cotidiano da Folha, a música novamente me veio à cabeça. A reportagem conta a mobilização de três escolas particulares paar dar mais segurança a seus alunos, que têm sido vítimas de assaltos na pomposa avenida Higienópolis. Os seguranças particulares dos colégios Rio Branco, Sion e Renascença estão trabalhando de maneira integrada e já pediram apoio da Polícia Militar. Até aí, boas. Gente que tem bens a serem subtraídos tem de cuidar da sua segurança. Eu mesma ficaria aliviada em saber que meus filhos estão recebendo esse tipo de cuidado. O que me incomodou ao ler a história foi perceber que os meninos dos colégios particulares "acusam" os estudantes de um colégio estadual das redondezas. Daí se arma uma situação constrangedora - os meninos po...