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Mostrando postagens com o rótulo epifania

Observação

voce viu o tamanho da onda quando eu sequer percebi sua aproximacao. saiu dela. e, com isso, me salvou tambem.

Fraternidade

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Quando a gente menos espera é presenteado por uma cena como esta: Nika e Juco se engalfinhando na cama, como dois amados irmãos. PS: ó o que eu achei biscando "pillow fight": uma ilustra " Human Pillow Fight ", do site " Make My Mood "
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Apertou o buquê de dálias e atravessou a rua. Estava alegre, quase feliz. Não era pelo encontro. Mas, por algum motivo, sentia-se linda, plena e dona do seu destino. Finalmente.

Álbum de epifanias

Várias nesta mesma semana -- será que estou aprendendo a dar valor e reconhecer os verdadeiros momentos de felicidade 1) Quase cochilo no ônibus. O caçula ao meu lado. De repente, abro os olhos e observo o menino -- olhar lânguido, coisa linda. Cria minha. 14/06/2011 2) Café com leite para viagem na mão. Vista do Rio, ensolarado. Penso nele. Rascunho o título para um texto. Me encontrei. 3) Insônia causada por tosse e chute de menino na minha cama. olho. que maravilha ser mãe.

E lá vamos nós!

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Depois de um dia inteiro de cama com um misto de dor e cansaço, acho que posso me permitir a cacofonia do título, não? Meu corpo reclamou atenção hoje. Esses pequenos recados, que muitas vezes deixamos de lado. Tenho fingido não escutar esse tipo de reclamação. Na vontade de escrever que simplesmente estou aplacando -- como simplesmente dormi boa parte do dia -- não escolhi um tema pra este post. Mais uma vez, só precisava desaguar. 2011 começou. No dia 1 de janeiro para mim, de verdade. Um passeio na minha cidade natal entrou para o meu álbum de epifanias. A sensação boa de um vento fresco, numa noite agradável, com o coração em paz. Apesar de tudo. E, no fim -- ah, ele é sempre inevitável? --, os começos não partem do zero. Tento não pensar no fim. Mas dá para pular essa parte, como eu evitei a conversa final? Talvez este seja o momento e este fórum em que quero me expor. Eu sabia que o fim chegaria. Tava claro. Eram tantas as diferenças. As discrepâncias sociais, de valor...

Álbum de epifanias

Noite fresca em capital do nordeste. Passeio de turista que perdeu o vôo e ganhou oito horas a mais na cidade em questão. Centro histórico esvaziado. Paramos em frente a um linda igreja. Ao longe, o forró come solto. Um olhar e ele estende a mão, convidando a dançar. Delícia de convite. Uma luz se acendeu.

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Álbum de epifanias

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Constellation: The Morning Star, 1940 Outro dia estive observando que não guardo muitas fotos. Na verdade, nem me lembro de levar máquina fotográfica. Sempre me perguntam: como assim não trouxe máquina? Confesso que tenho em minha memória - que em geral é ruim para detalhes - um espaço reservado para momentos importantes de deslumbramento. Comecei essa deliciosa coleção - demaneira intencional, mas não de maneira organizada - há mais ou menos sete anos. Meu primeiro post it (amarelinho) emocional eu guardei há sete anos. Nele, a completeza que senti certa tarde de outono ao segurar a mão pequenina da pequenAna. Ela devia ter entre dois e três anos. Mão gordinha, ainda meio de bebê meio de criança. A suavidade da pele, o quentinho no meu coração, a sensação de que estava cumprindo uma importante missão ao segurar sua mãozinha. Estávamos num parquinho perto de onde morávamos. Naquele momento, me lembro de ter pensado: não quero perder esse momento nunca! Preciso guardá-lo. Ainda hoj...

Lembranças da quarta série

HOJE, ENQUANTO CHEGAVA AO ESCRITÓRIO, senti o sol no meu rosto e fiquei feliz. Foi uma daquelas felicidades que a gente sente com as pequenas coisas da natureza (algo tão distante da nossa rotina nessas cidades de concreto). Quase agradeci por aquele quentinho estar ali por mim. Quase. Nunca vou me esquecer da decepção no dia em que minha professora da quarta série perguntou: - Vocês sabem por que uma árvore dá frutos? E eu, a sabe-tudo da turma já estava com a resposta pronta, quando aquela que viria a ser minha mentora nos próximos anos se adiantou: - Não, não é para produzir alimento para vocês. “Como não?”, eu pensei. “Tia Lu – sim, nos idos dos anos 80, a gente ainda chamava as professoras de tia na cidade em que eu morava – deve estar tentando enganar a gente”. Não podia ser verdade. - É para que suas sementes tenham mais chances de nascer e se transformar em outra árvore. Esse é o objetivo de todo ser vivo... Eu nem escutei mais nada. Que ciclo da vida o quê? Como assim eu não ...