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Mostrando postagens com o rótulo imagético

Continue a nadar

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Braços abertos

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Foto linda, no dia (seguinte) ao aniversário do Rio de Janeiro. Um clique espetacular de Marcello Vale e então percebo que é tempo de ter paciência. comigo mesma. é duro. com os outros parece mais fácil, moralmente aceitável e socialmente desejável. consigo mesmo parece egoísmo. e a criação cristã que pede culpa no alívio das próprias mazelas e a hipocrisia de afrouxar com os outros. Diante da pergunta "você quer se casar?", Maria engoliu seco e pediu tempo para pensar. Fazia tempos que repetia aqui e ali estar à espera de um novo amor. amor não. AMOR, com maiúsculas, daqueles de filme que a vida real estava dura demais para ela aceitar menos que TUDO. Trazia lágrimas nos olhos. Muitas delas haviam corrido até a pergunta fatídica. De cara com aquele pedido -- ´para pensar e refletir sobre seu futuro --, ela respirou fundo. Puxou os ombros, como se precisasse encostá-los nas orelhas. Era um ato de desespero, era preciso provar que ela conseguia. Esticar os om...

Mãos vazias

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Esse estômago embrulhado. As palavras que não vêm, não vêem. Um grande exagero, quase planejado. Sem saber como nem por que, um sentimento de perda e de não pertencimento. Posse. Não quero, não gosto. É como desistir de um suspiro antes mesmo de começar a bater as claras.

Poesiareia

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Sinto frio desde o dia em que você foi embora E não faz sete dias Mas, por que tanta ansiedade Se há seis anos o porvir espera para acontecer PS: Ilustra de Joana Toste, porque, afinal de contas, é preciso delicadeza

Cores que eu queria ver

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E, nessa manhã-tarde (13h10), de pensamentos que vêm e vão, mais uma imagem que me diz. Fonte: The Coolsumist

< 3 < 3 < 3

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conheço algumas ilustras dessa moça, Minaje Lee . acho-as lindas. acabo de buscar o site dela e exatamente a ilustra preferida está na capa. descubro, então que ali, bem pequeninho, no queixo, perto da mão - o punctum pra mim desde sempre na imagem --, está escrita a palavra LOVE. como não amar?

Cansaço

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Relativity, do Escher Deitou na cama e sentiu as costas. Doía. Por que estava fazendo tudo aquilo? Quando o turbilhão de questionamentos ameaçava entupir sua mente, respirou fundo. Estava fazendo tudo aquilo porque queria, apesar de não saber onde queria chegar. Pronto. Esticou os braços, criou coragem e voltou para a arrumação. PS: mais uma vez, as buscas aleatoriamente usadas me trouxeram u´a imagem que me ajuda a entender/descrever o momento. No caso, as escadas de Escher - Relativity , que encontrei pela wikipedia.

Sem sal

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Batom cor de boca. Mais uma vez. Olhava para o espelho e não sabia se gostava do que via refletido. Os anos haviam passado para ela. A pele perdera o viço de 20 anos atrás. Prendeu o cabelo -- preto e que ganhava fios brancos a cada dia -- num caprichoso rabo de cavalo, ajeitou os brincos, conferiu a roupa de ginástica. Passou pelo quarto dos gêmeos, antes de dar um beijo no marido e avisar: "vou correr, o café está na mesa". Saiu do prédio na avenida Higienópolis dando bom dia ao porteiro que respondeu com um aceno de cabeça e seu sorriso discreto. A avenida cheia de árvores sempre lhe dava uma sensação de amplitude, de espaço, algo tão escasso na selva de pedra que escolhera como lar quando se casara há dez anos. Seguiu até a Angélica, observando a família ortodoxa que passava provavelmente em direção à sinagoga. Ainda era cedo. Só com uma boa dose de fé para enfrentar o frio naquele domingo. E ela? Tinha fé em que àquela altura da vida? Em vez de subir em dir...

Postura

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Bailarina na barra, de Botero Na vida ter postura é fundamental. Tanto quanto as escolhas que a gente faz, a maneira como as conduzimos diz muito sobre nós [permitam-me esse vai e vem da 3ª do singular para a 1ª do plural...]. Acho que a noção de integridade -- ser inteiro, ser um só - é isso. Para mim, a melhor palavra é coerência. Fazer o que se professa, falar o que se sente. Ter a mesma conduta moral dentro e fora do templo religioso, manter as opiniões mesmo diante de uma situação de conflito, fazer inimizades (e amigos!) ao cumprir o que foi acordado. Ontem, um café com Renato. Um jantar com Luciana. Hoje, uma msnada com Zi. As conversas se conversam. É hora de começar a olhar para os lados e -- por coerência -- mudar. PS: ao caçar postura como imagem cheguei a ela, essa moça que se equilibra elegantemente em um dos pés. A obra é de Fernando Botero , conhecido por pintar personas rechonchudas. A imagem eu pesquei no blog espelho dos sentidos - endereço que coloquei no...

uma fofura por dia

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Good nigth, sweetie Achei esse moço Lim Heng Swee (de Kuala Lumpur !) numa busca por imagens do meu sempre querido Google Images -- cheguei ao blog Fake-Doll . De lá, voei para o site dele, que vale a pena conferir. Legal a proposta de uma ilustra (fofura) por dia: Doodle Everyday Project .

Ponto de fuga

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Interessante como as ideias se costuram. Como os acasos se conversam. Como a vida se tece. O título desse post era: a pergunta certa. Busquei imagem. Como buscar? Ah... Perspectiva, mudança de ponto de vista. Aaaaaaaaaaaa: ponto de fuga! E eis que encontro essa ilustra em um blog sobre pintura digital . E me remeto ao meu "passado arquitetura" e me reconstruo. Hoje (quase ontem) percebi que estava com medo do outro (da outra talvez fosse até mais adequado) mas que não estava me questionando se a pergunta era a mais adequada. Nesse momento, não devo temer a decisão alheia. Tenho é de buscar as minhas respostas. O que EU quero dessa história? Viajo mais 1000 km nos próximos dias para descobrir. E tenho dito.

Pensar. Escolher. Decidir?

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Sabe quando o chão some? E você pensa: como eu não percebi? Poizé, não foi essa a sensação que tive desta vez. Pela segunda vez na vida me senti traída; ao menos desta vez eu suspeitava. Tento não pensar. Tento pensar. Não consigo nem uma coisa nem outra: rolou um aperto na garganta e um embrulho no estômago. Estou paralisada. Nem trabalho, nem vejo TV. Nem choro. Tento visualizar a situação. Tento entender o que sinto. Nada sinto. Uma certa tristeza, uma sensação de estômago cheio e muita, muita preguiça. Acho que a questão aqui é saber o que fazer depois da decepção. Com o trabalho, com o amor, consigo mesma. Aí, olho para um lado e para outro, meio sem jeito. O que está acontecendo, mesmo? É como uma surpresa que zerasse o que aconteceu até agora. Mas não é assim que as coisas são, né? Começo, a partir desta frase, a perceber que essa frustação é o que me impede. Ainda, um erro é algo com que não sei lidar. Apesar de todos os erros que já cometi. Me envergonho deles. Quero me e...

Quantas pessoas você pode ajudar com a sua idéia?

Putz! É um concurso! Projeto 10 ^ 100

Mais Dia dos Professores: sing a song for me

Sempre me lembro desse filme...

Dia dos Professores - To Sir with Love

em busca da leveza, sempre

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Bor-bo-le-ta

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Ah, os subterfúgios

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Uma espécie de fuga. Uma escapadela. Vou para o que está sob a superfície? Talvez esteja evitando justamente o que se esconde nela

Sempre bom lembrar

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flor bonita enfeita página

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