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haikai de 2ª

Quis desassossego 'Inda bem, vento levou Quente no inverno

Sempre claudicante

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Como último argumento de que não havia resposta, ele disparou: tenho um darumá sem os olhos pintados. Pedi para ter certeza da minha decisão. Ele segue há um ano com apenas um dos olhos pintado. Dez anos depois vejo sua mesa de trabalho. Um darumá está lá. Caolho.

Chapinha

A chapinha que mata versus as dicas para o cabelo ondulado. Um é uma reportagem que não acaba nunca na edição especial do Cidade Alerta. Eu havia acabado de tirar do GNT, com a Luana Piovanni contando os truques para fica SuperBonita de vabelos ondulados.

eu me amo, tu me amas, ele me ama

a v ida só faz sentido se a gente aprender a conjugar esse verbo em todos os seus tempos e em todas as pessoas sujeitas ao amor, sujeitas de amor, objetos e objetivos. nem o cansaço, nem a exaustão deveriam cegar nossa capacidade de encantamento. muitas ideias não me deixam pensar. como os fantasmas que teimam em reinar, me impedem de amar. a mim mesma

Tempo, minuto, lembrança

E, de repente, você se vê sentada num pufe amarelo, lendo os textos de garotos de 15 anos. E boa parte dos textos começa assim, com a visualização de uma cena. Você se pega analisando a superficialidade, a pouca vivência - mesmo de adolescentes de classe média alta. Momentos depois, vê uma garota, uma verdadeira moça - seu bebê! - balançando os braços ao cumprir a coreografia do grupo. Choveu minutos antes, mas o espaço estava seco. Ela se movimenta com tantas certezas que talvez nem ela mesma se perceba. E hora de cortar o cabelo desse menino. Tá comprido demais. Perdeu a forma. Dá vontade de esconder os espelhos. Mas a vontade passa quando você olha pra dentro. O vento no rosto. A chuva que cai, sem cerimônia. Um frio que se instala. Mas está tudo bem. Tudo bem.

cansaço sem sono

larica sem fome pressa sem destino boca sem beijo tempo sem paciência vontade sem gosto arrepio sem frio é num estar, sem estar um querem sem querer cansei

suspirante

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quero solitude, um pouco mesmo de solidão se for o caso. um tempo de digerir, de introverter. estão achando estranho, como se eu não fosse capaz de estar bem em silêncio. julgamentos que todos fazem. eu também faço. puxo o ar, até lá no fundo. como para me recuperar. solto com um descaso ao perceber que não adianta. descobri que existem todas as possibilidades nas impossibilidades. agora, é reorganizar as possibilidades, aceitando-as impossíveis. PS: imagem by Google Image