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Mãos vazias

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Esse estômago embrulhado. As palavras que não vêm, não vêem. Um grande exagero, quase planejado. Sem saber como nem por que, um sentimento de perda e de não pertencimento. Posse. Não quero, não gosto. É como desistir de um suspiro antes mesmo de começar a bater as claras.

puxa puxa

só quem já ajudou a fazer bala de aniversário sabe das delícias e angústias do grude grude, do mela mela e do nhammy nhammy de que eu quero falar. foi uma vez só. mas eu me lembro da tensão da massa perolada na mão para esticar e bater a bala de coco. até dar ponto. e o gosto? de um doce que nunca mais experimentei. lembrei disso agora. como tenho me lembrado muito do meu pai nos últimos dias. uma coisa puxa puxa a outra. fazer bala de coco é legal. mas cansa. é grudento. mas vale a pena. tô me sentindo meio assim ultimamente. puxa puxa. papai ele merece intertítulo. não um título novo que aí eu choro. tenho tido muitas saudades. é a convivência com algumas gentilezas delicadas. essa sensação de cuidado. a delícia de ser amada, com uma ponta de idolatria. haja electra...

Das relações do Estado democrático de direito

Relato publicado no Desinformémonos  -- uso aqui, recursos de SEO, esperando que esse texto, bastante esclarecedor possa ser encontrado. Sobre Pinheirinho, um loteamento em São José dos Campos, cenário da atuação tru-cu-len-ta da PM de São Paulo Hoje, nA UOL:  Conselho recolhe mais de 500 queixas de violação de direitos de ex-moradores do Pinheirinho O relato: Durante três anos, entre 2007 e 2010, o antropólogo Inácio Dias de Andrade manteve convivência diária com os 7 mil habitantes da comunidade de Pinheirinho, no estado de São Paulo. A pesquisa foi tema de seu mestrado na Universidade de São Paulo. O que segue são seus relatos sobre o que ele conheceu da auto-organização dessa comunidade que conquistou com as próprias mãos o direito à moradia, e alguns fragmentos dos escombros que a ação policial deixou para as quase 2 mil famílias despejadas da área no dia 22 de janeiro. São José dos Campos, São Paulo, Brasil.  Existem dois tipos de argument...

Minha psicobiologia

- Doutor, sinto uma angústia... - Quanto você pesa?, pergunta o médico. - Como?, questiona em resposta a garota, sem acreditar. Mas temendo compreender onde a conversa ia parar. - Seu peso, minha filha - pede, e repete, o médico. - Estou seis quilos acima do ideal. O senhor acha que estou com algum problema de auto-estima? - Por favor, deixe esse pobre operário da saúde trabalhar - retrucou o doutor já perdendo a curta paciência. Quero saber quanto você pesa para prescrever o remédio. - Mas o senhor não acha que posso resolver tudo com terapia, exercícios e meditação?, preocupa-se a moça. - Minha filha, vou é lhe dar um remédio para gases e intestino preso. Se, daqui uma semana, isso tudo persistir, aí volte aqui. Que lhe prescrevo um inibidor de apetite.

Podia ser TPM

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quero mas não quero/desisto mas procuro/provoco mas fujo/beijo mas corro/pulo mas freio/aliso mas espinho/choro mas busco/afasto mas puxo/cego mas ouço/canso mas quero/quero mas não quero PS: imagem linda que achei no thumblr lindo My Little Piece of Nowhere

Post it mental

1) Lembrar que a paixão retarda o tempo tanto quanto a vontade de se apaixonar 2) Se está pensando mais de duas vezes antes de agir, das duas uma: ou a paixão acabou ou ela virou coisa p... maior! 3) Pensar, julgar, analisar só têm uma coisa em comum com apaixonar, amar e beijar: a primeira conjugação #tenhodito

Poesiareia

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Sinto frio desde o dia em que você foi embora E não faz sete dias Mas, por que tanta ansiedade Se há seis anos o porvir espera para acontecer PS: Ilustra de Joana Toste, porque, afinal de contas, é preciso delicadeza